Segunda-feira, 6/9/2010
 
 
 
 
BOLETIM ABRIL 2005
Por: Elaine Perassoli

APR-MT orienta proprietários rurais em caso de invasão de propriedades

Os integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) prometem para 2005 a maior onda de mobilizações e invasões do Governo Lula. Apesar do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra), informar que em 2004 foram assentadas 82 mil famílias, o MST garante que o número real não passa de 25 mil. Coordenadores de todos os estados organizam invasões e marchas para o mês de abril e início de maio. No caso de invasões de propriedades privadas, a Associação de Proprietários Rurais de Mato Grosso (APR-MT) orienta o produtor a procurar a Justiça. Também deve ser registrado boletim de ocorrência (BO) junto a Polícia Militar ou Civil e, em seguida, o produtor deve procurar a APR-MT para ser orientado sobre as providências que devem ser tomadas. “Mas em nenhum momento ajam com violência. Afinal, os integrantes do MST fazem tudo para que haja violência por parte dos fazendeiros para que eles possam pousar de vítimas”, aconselha o diretor executivo da APR-MT, Paulo Resende.

MT supera Índices de cobertura vicinal contra a Aftosa

Em maio começa mais uma etapa de campanha de vacinação contra a Febre Aftosa. Neste próximo mês serão vacinados os animais com idade até 24 meses. Não deixe de vacinar seu rebanho. A confirmação de apenas um caso de aftosa pode causar sérios prejuízos econômicos para o País. O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) anunciou no início deste mês que a cobertura vacinal contra febre aftosa superou as expectativas na primeira etapa de 2005. Foram imunizados mais de 5 milhões de bovinos, com até 12 meses de idade. Esse número equivale a 94,68% do rebanho mato-grossense nesta faixa-etária. Isso representa um crescimento de quase 10% em relação ao índice de 2004, quando foram vacinados 85,58% do rebanho. Mais de 99 mil propriedades rurais comunicaram a vacinação ao Indea, enquanto que 1% restante teve o controle vacinal assistido pelo órgão após a finalização da campanha, assegurando assim, que 295 mil cabeças fossem imunizadas.

Opiniões sobre a crise da Pecuária se dividem.

A pesquisa feita através da enquete publicada no site da APR-MT, no mês de março, mostrou que a maioria, ou seja, 25,71% dos entrevistados acreditam que a crise da pecuária irá durar mais dois anos. Empatando com esta resposta estão outros 25,71% que acreditam que a crise durará mais dois meses. Além destas duas opções, 20% acreditam que a crise se estenderá por mais seis meses, 5.71% aposta que a crise irá durar mais oito meses e 22,86% acham que a crise se estenderá por mais um ano. Esta enquete ficou no ar, no site www.aprmt.com.br durante todo o mês de março e teve a participação de 35 pessoas.

A alta no mercado de gelatina favorece o pecuarista

O Brasil exporta cerca de 24 mil toneladas por ano de gelatina. O colágeno é a classe mais abundante de proteínas do organismo humano, representando mais de 30% de sua proteína total. Ele está presente na pele, ossos, tendões e no tecido conjuntivo mole dos animais, como os bovinos. Indústrias farmacêuticas, de cosméticos e de alimentos têm aumentado bastante o uso de gelatinas em seus produtos. Eles estão presentes em shampoos, cremes, cápsulas duras e moles, e também em alimentos como iogurtes, barras de cereais e sobremesas. Com esse crescimento, as indústrias vêm se esforçando para que haja uma preocupação maior no campo, nos frigoríficos e nos curtumes, ou seja, em toda a cadeia produtiva para a fabricação da gelatina.
Responsáveis pela retirada, pelo manejo do couro, raspas e aparas das peles bovinas até a sua chegada nas fábricas, pecuaristas, donos de frigoríficos e curtumes devem estar atentos para as resoluções estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, e se unirem para assegurar a qualidade e a melhoria contínua dessa matéria-prima. Assim a mesma será mais competitiva no mercado nacional e internacional, trazendo crescimento e modernização do setor.
Fiscalização é o principal desafio – Para atender as exigências das indústrias de gelatina e gerar produtos saudáveis para os consumidores, a matéria-prima precisa passar por inúmeros processos, principalmente de fiscalização sanitária. Somente animais que foram inspecionados no frigorífico e aprovados para o consumo humano é que podem ser comercializados.
As regulamentações internacionais dos grandes mercados consumidores demandam um modelo de rastreabilidade para as matérias-primas, que é aprovado e certificado pelo Serviço de Inspeção Federal – SIF, do Ministério da Agricultura. Para especialistas do setor a fiscalização é de extrema importância, assegurando um produto de melhor qualidade e com maior potencial de exportação, já que a maior parte da produção de gelatina é exportada para Europa e Estados Unidos.


Central de Comercialização de Bois da APR-MT está pronta para operar

O presidente da Associação de Proprietários Rurais de Mato Grosso (APR-MT), Ricardo Borges de Castro Cunha, tem participado do lançamento de todas as centrais de comercialização de bois feitas no Brasil. A da APR-MT funcionará em parceria com a Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato). “Estamos com a central toda pronta esperando o momento certo para entrar no mercado”, explica Castro Cunha.

Associação de Proprietários Rurais de Mato Grosso (APR)
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