|
 |
 |
 |
 |
 |
|
APR-MT faz levantamento semanal
do preço da carne nos supermercados
A Associação de Proprietários Rurais de Mato Grosso (APR-MT), realiza desde fevereiro de 2005, um levantamento de preço da arroba do boi e da carne nas gôndolas dos maiores supermercado de Cuiabá (MT). Os dados apontam quedas acentuadas no preço da arroba do boi e índices bem menores no quilo da carne. A Associação divulga este levantamento mensalmente. Mais informações pelo fone (65) 3023-1265.
Fluxograma do bovino é distribuído
Na 13ª Expoeste.
A APR-MT participa da 13ª Expoeste, realizada entre os dias 30 de julho e sete de agosto, em Pontes e Lacerda, município localizado a cerca de 400 km de Cuiabá. A Associação encaminhou o fluxograma do bovino para ser distribuído durante o evento. O flugrama apresenta toda a cadeia produtiva da carne incluindo 16 segmentos envolvidos. Além do material que será distribuído, o diretor executivo, da APR-MT, Paulo Resende, estará na 13ª Expoeste para discutir assuntos como invasões de terra, trabalho escravo e crise na pecuária.
Veja as Mudanças
No site da APR-MT
O site da APR-MT passou por algumas modificações. O objetivo é levar ao associado um resumo das notícias do mercado local e nacional. Aproveite e dê uma olhada nas dicas. Visite o site www.aprmt.com.br e dê sua opinião. As sugestões são sempre bem vindas.
Fique Atento
Evite as invasões
Os integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) realizaram mais uma onda de invasões neste mês de julho. Em Mato Grosso, eles invadiram o Centro Político Administrativo de Cuiabá e fecharam a BR 163 por diversas vezes. No caso de invasões de propriedades privadas, a APR-MT orienta o produtor a procurar a Justiça. Também deve ser registrado boletim de ocorrência (BO) junto a Polícia Militar ou Civil e, em seguida, o produtor deve procurar a APR-MT para ser orientado sobre as providências que devem ser tomadas.
Crise na Agropecuária
Reduz número de Empregos
A crise do agronegócio não é um problema que atinge apenas o produtor rural. As dificuldades enfrentadas no campo já prejudicaram a capacidade do país de gerar empregos, não apenas dentro dos limites da atividade primária da agropecuária, mas também em outros setores. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que entre janeiro e junho deste ano o Brasil apresentou um saldo de 966.303 mil empregos formais (o que representa novos postos de trabalho, calculado a partir do total de admissões menos o total de desligamentos), 7,1% a menos que o saldo de igual período do ano passado, que foi de 1.034.656 empregos formais. Essa queda foi provocada principalmente pela retração de capacidade da agropecuária de gerar novos postos de trabalho, assim como ocorreu em segmentos da indústria de transformação vinculadas ao setor rural, alerta Luciano Marcos de Carvalho, assessor técnico do Departamento Econômico (Decon) da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. Somente a atividade agropecuária apresentou saldo de 187.494 empregos no primeiro semestre, o pior resultado registrado nos últimos quatro anos. O saldo deste ano é 15,4% menor que o de 216.430 empregos, no primeiro semestre de 2004, ou seja, representa menos 29 mil empregos. Também a indústria de transformação perdeu fôlego na capacidade de gerar postos de trabalho, encerrando os seis primeiros meses deste ano com saldo de 194.039 empregos; 68,2% a menos que o saldo de 326.360 empregos ao final do primeiro semestre do ano passado.
|
|
|
 |
 |
 |
|
 |
 |
 |
 |
 |
 |
| O Governo cumpriu as promessas referentes à Reforma Agrária? |
|
 |
 |
 |
|
|